quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Nietzsche

"Aquele que luta com demônios deve acautelar-se para não tornar-se um também. Quando se olha muito tempo para o abismo, o abismo olha para você."

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Frase do Dia

"If I am selling to you, I speak your language. If I am buying, dann müssen Sie Deutsch sprechen." 

Willy Brandt

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mediano

Tibless

Estar em lugar onde não quer estar
sair trabalhar e correr pra chegar, conquistar
riquezas colher os seus frutos
talvez por motivo de força maior
somos obrigados a reter nossos sonhos,
adiando deixando de lado
muitas vezes dar o seu melhor
naquilo que não vincula seus desejos
pode ser bom, mas não excelente.

Quando não se faz o que gosta
o máximo que se pode ser é mediano
faça o que é certo pro seu coração
arrisque e não deixe que o tempo passe
sem você ao menos tentar
corra pelo certo e não pelo incerto
para obter o real sucesso no que fizer
mas pode ser que o que parece ser duvidoso
seja a direção não hesite não.
Podemos ir além, em tudo que formos realizar.
Se esforce pra ser, faça acontecer.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Mande seu funcionário para o mar

Eis o lema da Patagonia, a empresa de moda esportiva com o melhor astral do mundo
Época Negócios

Fletcher Chouinard, filho do fundador da Patagonia, na Indonésia: trabalho e lazer Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono da fábrica de roupas e artigos esportivos Patagonia, ele pergunta a seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa: você realmente precisa disto? Alpinista de renome, surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado: a Patagonia, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi considerada pela revista Fortune a empresa mais "cool" do mundo, em uma reportagem de capa.

Isso não quer dizer que seus funcionários sejam preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e passagens pela Nestlé e pela Unilever, implorou para ser aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o posto). Na revista Business Week, Robinson justificou: "Queria trabalhar numa companhia conduzida por valores". Que valores são esses? "Negócios podem ser lucrativos sem perder a alma", diz Chouinard.

Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo para escalar paredões de granito. Foi quando começou a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis, uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia a Patagonia, com o objetivo de criar roupas para esportes mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente. A filosofia do alpinismo - não importa só onde você chega, mas como você chega - foi adotada nos negócios. O lucro não seria uma meta, mas a conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado por marcas como Gap e Levi's), fabricou jaquetas com garrafas plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado. Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos, desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos que diz serem mais leves e resistentes que as atuais. Chouinard, que se define como um antiempresário, virou tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar. Nem de pé.

O AMBIENTE FAZ A DIFERENÇA

Três iniciativas da patagonia para manter seus funcionários altamente motivados

>>> Se o filho está doente, o empregado é dispensado
>>> Todos podem ir de chinelos e bermudas
>>> Praticar esportes radicais é uma ordem


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Glórias e decepções dos grandes investidores

Por Karin Sato | De São Paulo
Arnold traça um perfil dos homens que fizeram fortuna no mercado de ações 
A bolsa de valores local tem sido marcada nos últimos meses por forte instabilidade e muitas decepções. Sem uma tendência definida, o Índice Bovespa pode subir 3% em um pregão e cair 4% no dia seguinte. A turbulência exacerbada assusta, sobretudo, as pessoas físicas, que batem em retirada do mercado. À primeira vista, elas parecem adotar a postura correta ao fugir do vaivém alucinante dos preços das ações. O lendário gestor Benjamin Graham diria, porém, que os pequenos investidores estão tomando o caminho errado. Mentor de famosos como Warren Buffett, Graham aconselharia as pessoas a não se preocupar com as flutuações de curto prazo no valor das ações e aproveitar movimentos agudos no mercado para garimpar oportunidades.

Após perder quase 70% do capital sob gestão da Benjamin Graham Joint Account - que mais tarde se transformaria na Graham-Newman Corporation -, entre 1929 e 1932, ele concluiu que o grau de flutuação das ações não tem lógica e que o mercado geralmente entende tudo errado. Notou que mesmo empresas bem-sucedidas podem sofrer forte variação em seu valor de mercado. Isso não significa que sejam um mau negócio, e sim que os investidores não a avaliaram de maneira correta.

Graham sentiu que tinha o dever de recuperar o dinheiro dos investidores de seu fundo - e, além de trabalhar muito, decidiu não receber salário durante a Grande Depressão. A Graham-Newman iniciou 1933 com US$ 375 mil e encerrou aquele ano com um lucro de 50%, lembra Glen Arnold, professor de Investimentos e Finanças da Salford University, no livro "Os grandes investidores", da Editora Saraiva. A obra de Arnold revela as dúvidas, decepções, erros e acertos de Graham e outros ícones do mercado de ações. "Graham aprendeu a diferenciar investimento de especulação. O primeiro exige análise completa, algo que ele chamava de 'margem de segurança' e retorno satisfatório. Foi uma das lições mais importantes", afirma o autor. O conceito de margem de segurança é uma das estratégias que Buffett aprendeu com Graham. O valor intrínseco da empresa precisa estar acima do valor de mercado (refletido nos preços dos papéis). Dessa forma, mesmo que a empresa não obtenha no futuro resultados tão promissores quanto os esperados, haja uma valorização do papel e ainda seja possível obter um retorno satisfatório.

O autor ressalta que, sem Graham, "a voz de Buffett não teria sido ouvida em tantos lugares". Muitos aprenderam com ele a importância de enxergar as ações como uma participação em uma empresa, em vez de fichas de um jogo de apostas; de ser analista de companhias, no lugar de analista de mercado. Mas Buffett e Graham não concordavam em tudo. Um dos conceitos de avaliação mais famosos de Graham chamava-se "valor líquido dos bens atuais por ação", que ele calculava somando os bens de uma empresa, deduzindo suas dívidas e, por fim, dividindo pelo número de ações. Se o resultado fosse superior ao preço do papel, este estaria subvalorizado. Buffett abandonou as ações alinhadas a essa filosofia depois de perder muito dinheiro com papéis do setor têxtil, que estavam baratos em relação a seus ativos, mas apresentavam um problemático cenário setorial. "É muito melhor comprar uma maravilhosa empresa a um preço justo a uma empresa medíocre a um preço maravilhoso", disse Buffett. 

"Enquanto Graham investiria mais com base nos fatos, como os ganhos comprovados e o balanço de ativos, deixando de lado muitas empresas excelentes, como a Coca-Cola ou a Gilette, Warren dá muito mais ênfase ao domínio de uma empresa sobre seu segmento de atuação, o que exige um entendimento estratégico da indústria e dos diferenciais competitivos da companhia", diz Arnold. Buffett apelidou essas empresas de "inevitáveis". 

Enxergar além do próprio jardim foi o trunfo de outro guru citado no livro, John Templeton. Nos anos 50 e 60, por exemplo, o Japão era visto como um perdedor de guerras estagnado industrialmente. Mas Templeton estudava há décadas as práticas empresariais japonesas. Concluiu que se tratava de um povo trabalhador e que poupava para investir no futuro. "Essa postura permitiu a ele investir em empresas com múltiplo preço/lucro de 3 ou 4 vezes", diz Arnold. As ações japonesas ficaram tão badaladas ao fim dos anos 70 que o P/L típico era de 30. Ele também acertou anos mais tarde ao aplicar em empresas sul-coreanas e chinesas.

Ao contrário do que se pode imaginar, Templeton gostava de arriscar, embora tivesse regras rígidas para controlar suas perdas. Seu lema era uma frase do economista John Maynard Keynes: "O mercado pode ficar irracional por mais tempo do que você pode ficar solvente". Na bolha da internet de 2000 (que estourou em 2001), Templeton vendeu a descoberto (sem ter a ação) 84 empresas. Obteve um lucro de US$ 86 milhões.

O mercado é como um parceiro de negócios bipolar, que um dia está muito otimista com o futuro e no outro, deprimido. A questão é se o investidor vai julgar as ações segundo um mercado volúvel ou fará sua própria análise, diz Arnold. Os maiores investidores da história fizeram a segunda opção.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dear Hard Work

 
Dear Hard Work,
I used to hate you,
When you called my name,
I heard it but ran away from you,
When I knew you were coming,
I used to hide from you,
When you influenced others to talk to me,
I quickly made excuses to get away from you.

Afraid of the pain because I didn’t want to get hurt
Afraid to fail, so I didn’t even try
Afraid of the shame that you might put me through and
Afraid of your name because of what you have done to others

Who do you think you are?
Making me so afraid of who you are?

Reflection in the mirror,
Shadow behind me,
I take one step and still,
Your ahead of me,

Sweat on my face, tears in my eyes,
I keep on going,
I heard you tell no lies,

You turn the poor to rich,
F to A’s

Is there anything that you can’t do?

Now look at me,
You made me who I am today,
and because of you,
I have this never losing, never giving up attitude

Quitting?
That is not in my vocabulary
When they quit, I keep going,
When they sleep, I work harder,
When they say that I can’t and count me out, I show them that I can

When I tell them about my dreams,
And they laugh, I make sure I laugh last.

I’m a dream chaser, that means I chase my dreams, and not no one else’s
Only I can defeat me,
It’s me against this work you put on me,
There Is no losing – I will not lose,
I came this far and I’m not stopping now

O Hard work,
My dad was right about you, you do pay off, and because of that I love you.
How can I not?
I’m no longer hiding from you, I’m waiting for you.

Matter of fact, where are you?

I need you, because in hard work- I trust!